↑ "As Irmãs Valenzuela 2

↑ “As Irmãs Valenzuela

São Francisco do Canto, Guanajuato, México. Delfina González Valenzuela (n. 1912 no Salto, Jalisco, México – f. Maria Luísa “Eva” González Valenzuela (f. Por sua cota, a sua mãe era uma fanática religiosa. Os problemas pessoais em casa González chegaram a tal ponto que, em certa ocasião, Carmen Gonzalez, sendo uma adolescente, fugiu de moradia com o namorado Luis Jasso , numerosos anos mais velho que ela. A família Torres Valenzuela, se viu forçada a mudar seu nome pro de González pra evitar possíveis represálias e poder dar no pé do público. Seu pai se separou de sua família para viver uma existência de fugitivo.

Para 1935, a família vivia em um estado de pobreza lamentável; as irmãs haviam conseguido emprego em uma fábrica de tecidos, porém os desprezíveis salários que recebiam somente lhes serviam para sobreviver. Em 1938, Carmen conhece um homem chamado Jesus Vargas alías “O Gato”, um feliz e criminal de pouca monta; com ele Carmen se envolve em uma conexão e, desse mesmo ano, passa a morar com ele. Juntos, eles abrem uma pequena cantina no Salto.

Vargas acabou com todos os lucros do estabelecimento até levá-lo à ruína. Após isso, Carmen abandonou a Jesus Vargas e voltou a viver com a tua família. Delfina González abriu o seu primeiro bordel localizado em Salto, no estado de Jalisco. A prostituição é ilegal em Jalisco, porém a fiscalização pra combater essa prática era pobre.

O bordel estava dinâmico por muito tempo, até que uma rixa suscitada no lugar chamou a atenção das autoridades, que fecharam o estabelecimento. Em 1954, Delfina muda o estabelecimento a Lagos de Moreno, estado de Jalisco, durante as festividades da feira anual, consumada na aldeia. Para definir o negócio, as mulheres contaram com o apoio de algumas autoridades corruptas. O respectivo prefeito concedeu as permissões para que o negócio funcionar como boteco em troca de favores sexuais. As mulheres foram enganadas ou compradas alimentadores.

O sistema com o qual operava o bordel era parecido ao peonaje empregado ao longo do Porfiriato: as mulheres cativas eram obrigadas a comprar as madrotas suprimentos, como roupas e alimentos, a preços arbitrários, acumulando dessa maneira imensas dívidas. As mulheres eram, dessa forma, forçadas a se prostituir pra poder pagá-los. Segundo o relato das irmãs González Valenzuela, as técnicas que se usam pra instalar um prostíbulo consistia, primeiramente, em fazer amizade com as autoridades para estar protegidas.

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Em diversas ocasiões tornaram-se amantes e oferecido dinheiro a funcionários locais para garantir que teu negócio não for fechado. A Secretaria de Saúde emite cartões de controle falsas, que “As Poquianchis” utilizavam para presumir que tuas gurias estavam saudáveis. Estes cartões custavam muito dinheiro, mas serviam para que os freguêses estivessem tranquilos. Claro, várias das prostitutas estavam doentes. Em 1964 Catarina Ortega, uma das mais novas moças em surgir ao prostíbulo, conseguiu escapulir e se apresentou pro comando da Polícia Judiciária de León, Guanajuato.

As autoridades percorreram uma ordem de apreensão e dirigiram-se a São Francisco do Canto. Aí prenderam Delfina e Maria de Jesus. Maria Luísa conseguiu escapulir no último instante. O caso foi amplamente divulgado na revista Alarme! Muitas mulheres foram resgatadas e narraron os horrores que viviam naquele lugar.

segundo o relato das resgatadas, “As Poquianchis” também matavam as prostitutas que “prontamente não lhes serviam” a quem sepultaban vivas em um cemitério clandestino, encontrado no povoado de San Ángel, em estados do méxico. Este “trabalho” era feito pelo capitão do Exército, Hermenegildo Lopes Maldonado, conhecido como “O Capitão Águia Negra”, que foi amante de Delfina e protetor das lenonas.

Delfina construiu um método de recrutamento que deixava maiores ganhos: acudiam a rancherías ou vilas vizinhas, onde buscavam as gurias mais bonitas. Não importava se tinha doze, 13 ou catorze anos de idade; levavam cúmplices do sexo masculino que, se as sorprendían sozinho, simplesmente as roubaram. Ou se estavam acompanhadas de seus pais, normalmente camponeses, eles aproximavam-se e lhes ofereciam ceder trabalho pras filhas como empregadas domésticas. Os pais acediam, “As Poquianchis” se levavam as garotas e agora começou o teu tormento.

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