A Importância Do Culto Ao Corpo Na Era Contemporânea 2

A Importância Do Culto Ao Corpo Na Era Contemporânea

Embora em raras exceções costumo fazer postagens que irão por este sentido, hoje acho oportuno pronunciar-se sobre o assunto um assunto de vital relevância para compreender a crescente relevância do culto ao corpo, em nossas sociedades, próprias do capitalismo moderno. Ainda mais, há uma crescente seriedade por cultivar o nosso físico, tal por perguntas de saúde, funcionalidade e estética.

Diante desta situação, irei dissertar a respeito quais são os elementos de identificação e cosificación, que estão desempenhando um papel importante pela hora de vender como um imperativo categórico o caso de estar em forma. O permanente procedimento de redefinição do nosso eu, de mim mesmo, implica na construção de um hábitos de vida.

por esse, o corpo assume um papel muito significativo: os regimes do corpo e da organização da sensualidade pela modernidade se destacam como abertos, antes dos quais podemos escolher. Estes, por sua vez, estão integrados em nossa existência diária, através, como argumentou Giddens, em regimes corporais. Qualquer pergunta relativa à aparência, entre as quais se declaram enfeites, roupas, tatuagens e outros passam a necessitar ainda mais das maneiras do corpo. O exercício físico e a promoção de dietas padronizadas, passam a ser principais recursos que escolhemos pra converter os nossos corpos adequados ao projecto de construção de identidade.

por esse significado, o corpo humano adquire uma extensão fundamental pra construção de nosso próprio ser. A angústia com a exposição, forma e volume do corpo humano vem assumindo uma importancia primordial em nosso dia a dia. Chega a tal ponto que os espaços de culto ao organismo (e os ginásios são o caso mais claro) caracterizam-se como uma das principais formas de definir formas de sociabilidade, montar identidades e de discernimento social (Pierre Bordieu). O organismo físico, vai ser um dos elementos que serão culturalmente profundamente avaliados como indicadores de poder social e prestígio.

O guarda-roupa, cosméticos, estética corporal e a higiene são uma das mais primordiais maneiras de diferençar-nos como sujeitos. Mas não a começar por nossas qualidades pessoais, mas a partir de itens de consumo. Não acho que surpreenda a ninguém, se eu sugiro que os meios de intercomunicação, nos andam periodicamente bombardeado com modelos de posicionamento e imagens de boniteza. Estas, desempenham um papel essencial pela hora de configurar o nosso impecável do que é elegante ou não.

Não se trata de uma questão subjetivada plenamente e orientada de forma semiconsciente, porém que é um método gerado por um agente externo. Que, ao estabelecer qual é o padrão de formosura, é menos difícil do que criar falsas necessidades de consumo. Os modelos de lindeza ideais, cumprirem acordados pré-requisitos: ser magros, relativamente musculosos, retilíneos, brancos e cabelo liso. Este recurso de objetivización da boniteza precisa enxergar poderosamente com empresas que buscam ampliar tuas vendas de um a outro lado destes sistemas de identificação. E este modo de idealização da beldade, de correto modo, desotra ao outro em relação ao sujeito que pesquisamos a amizade e a realidade.

Cada vez que, nós projetamos uma idealização sobre isto um companheiro ou companheiro, estamos fazendo um exercício de fetiche (no sentido marxista), ao buscar qualquer coisa semelhante a um objeto, mais do que a um ser humano. Não falo de que exista uma “mão negra” por trás desses processos, só tento exibir uma realidade à minha sistemas de compreensão da realidade.

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Mas, isso se agrava essencialmente no caso da mulher. Se olharmos para a maneira como a publicidade, existe um uso instrumental do corpo feminino, transformando-a em instrumento para conquistar a atenção do freguês. Repara nos anúncios de cerveja, que comparam o organismo feminino numa garrafa, com expressões do tipo é excelente, ou loira fria. Ao assimilar os meios de intercomunicação na sua ligação com a nação, buscando mediar entre as mensagens e a recepção. Nosso sistema publicitário absorve e recicla os conteúdos, as demandas e as tendências de jeito da nação, e os públicos se apropriam e resignifican os mesmos.

É importante que evitemos ser ingênuos, tal a meditar que os meios de intercomunicação apenas impõem comportamentos, como refletir que somos nós que escolhemos o que obter. É vital meditar esta relação de forma dialética (no significado hegeliano),uma relação de forças entre público e campanha. Embora, a meu modo de observar, a balança, por esse caso, inclina-se poderosamente para as agências quanto para guiar a diretividade de nossas maneiras de consumo.

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