"Art. 3 Da Constituição Espanhola" 2

“Art. 3 Da Constituição Espanhola”

O espanhol ou castelhano é uma língua românica, proveniente do latim discutido. Pertence ao grupo ibérico e é originária de Castela, reino medieval da península ibérica. Internet, depois do chinês e do inglês, com 256 milhões de usuários, mais um menos, o que representa 7,6% do total. É falada bem como por imigrantes em diversos países, principalmente no EUA, onde uma divisão muito pequena das comunidades de falantes vem da época colonial espanhola.

É um dos 6 idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas. Segundo a Real Academia Espanhola (RAE), a palavra em português vem do provençal espaignol, e esse do latim medieval Hispaniolus, que significa “Hispânia” (Espanha). A maneira latina HĬSPĀNĬOLUS provém da denominação latina da província de HĬSPĀNĬA que incluía a península ibérica, mais bem, de modo ultracorrecta.

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Vale recordar que em latim não se pronunciava a /H/ A abertura da /Ĭ/ latina breve em /e/ teria dado desta maneira protorromance: ESPAŇOL(U). Outra hipótese sustenta que o português vem do occitano espaignon. “logo após, disimilando as duas nasais chegou ao português, com a terminação-ol, que não se utiliza para ter significado de nações”.

A outra denominação, o castelhano, provém do latim castellanus, que significa de Castela, reino medieval situado pela divisão central da península ibérica e origem dessa língua. Do ponto de visão estritamente linguístico, não é possível explicar a preferência por uma denominação ou outra. Além do mais, o dicionário normativo editado pela Real Academia Espanhola e a Associação de Academias da Língua Espanhola, intitulada Dicionário da língua portuguesa.

Por “língua espanhola” imagino aquela língua que estamos acostumados expor todos os espanhóis quando podemos ser compreendidos perfeitamente uns dos outros. Quanto aos filólogos, alguns autores justificam o exercício preferencial de um ou outro termo a começar por sua origem e melhoria histórica, interpretados de maneiras diferentes. PORTUGUÊS. Para indicar a língua comum de Portugal e de várias nações da América, e que também fala como própria em outras partes do mundo, são válidos os termos castelhano e português.

A polêmica sobre isto qual destas denominações é mais apropriada está hoje superada. O termo em português é mais aconselhável, por carecer de ambiguidade, por causa de se expõe de forma unívoco a língua que falam, hoje, mais de 400 milhões de pessoas. Ademais, é a denominação que é utilizado internacionalmente (Portuguese, espagnol, Spanisch, portoghese, etc).

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