As Práticas Brutais De Pára-Quedistas Que Tomaram A Normandia, Os Nazistas O Dia D 2

As Práticas Brutais De Pára-Quedistas Que Tomaram A Normandia, Os Nazistas O Dia D

Incerteza e valor. Desespero e significado do dever. Também não se livraram os capelães campanha, diversos dos quais sentiram legítimo pavor no momento em que pisaram terra e percebiam que haviam perdido a tua Bíblia e o seu crucifixo no salto. Infelizmente, a coragem de muitos ficou parcialmente emborronada pelos atos bárbaros de poucos. Que os alemães foram obrigados a dividir suas forças e se relajase a pressão que suportam as tropas do “Camarada Stalin”.

A tarefa é fácil de narrar, entretanto era muito mais complicado de realizar. E é que, embora o monstro nazista estava ferido, não andava, nem muito menos moribundo. A função era vital. O que obter com ela, muito; aquilo que perder, mais ainda. Todos e qualquer um dos lutadores sabiam que, uma vez, a respeito da areia tórrida gabacha, as chances de sobreviver eram menos do que escassas.

Mas não se importava, que eram homens dispostos a deixar que a tua vivência (no significado mais literal da palavra), para que “la France” voltasse a cantar aquilo de “Liberté, égalité, fraternité”. Eram uns heróis, que se podes falar hoje. Em especial os bravos pára-quedistas, os encarregados de abrir caminho na vanguarda à base de fuzil, granada e naso.

  1. Seis A indefensabilidade
  2. Shubi Duwa
  3. Não aspiro regressar a vê-lo… mas eu morro por dirigir-se ainda que, e que te venhas comigo
  4. Cumbia de Tribilín

Suas missões eram as mais difíceis da jornada. Para começar, deveriam tomar diversas cabeças de ponte alemãs localizadas após a primeira linha de defesa da praia da Normandia. Evitar que, no momento em que os nazistas se percataran do guirigay que tinha criado, prender de um a outro lado destas vias reforços para expulsar os aliados. Uma vez conquistada a área, estariam obrigados a defendê-la até a morte para não comprometer seus amigos.

Por outro lado, alguns assim como receberam a ordem de desmantelar as posições de artilharia nazistas que, a começar por acordados pontos de retaguarda, podiam dar mais de uma dor de cabeça para os soldados que desembarcarían a partir das lanchas aliadas. “Vocês estão prestes a embarcar na Grande Cruzada pra que nos temos estado a aprontar estes meses.

Os olhos do mundo estão sobre isso vós. As esperanças e orações dos amantes da independência em todas as partes caminham convosco. Acumula destruir a máquina de batalha alemã”. Esta foi uma porção da carta que, nas últimas horas do dia 5 de junho de 1944, leram todos os pára-quedistas aliados antes de dar início seu vôo para a Normandia. Seu autor era o Comandante-em-Chefe das forças combinadas Dwight D. Eisenhower, e a verdade é que foi parco em expressões. Apenas escreveu um fólio. Com tudo, seus subordinados não precisou de mais e, depois de impregnar-se da mensagem, se dispuseram a cair a respeito da França.

O que esses homens não sabiam era que, devido ao excessivo fogo das baterias antiáereas alemãs, seus aviões estavam a desviar quilômetros e quilômetros de sua rota. Um fator determinante que lhes impediria de se juntar e atuar como uma potência conjunta. E isto, os que tiveram a sorte de poder pisar em terra.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error:
Rolar para cima