Ciência Em Portugal: Plano De Negócios 2

Ciência Em Portugal: Plano De Negócios

A notícia é a história do centro de pesquisas biomédicas Príncipe Felipe de Valência. Mas o segundo é mais significativo: É que é preciso saber qual é o intuito de nossas ações. E isso do IPPC mostra-o às claras. Se o propósito do IPPC era a vanglória dos gestores sociais de Valência, tivesse o suficiente para fazer um decorado de caixa e contratar 4 pessoas de marketing.

Isso tivesse cumprido com o propósito, e tivesse saído, como se diz no Levante, “a conta”. Agora, se o que se queria era gerar alguma coisa competitivo, como os Ford de Almusafes, ou as laranjas valencianas, logo, o esquema teria que ser muito outro. Quando se quer vender um item, não basta empaquetarlo bem.

Eu fui comprar tudo neste inverno-primavera umas laranjas valencianas encarregadas na internet e enviadas estrada correio, que saem mais baratas do que as dos mercados, já que reduzem-se alguns intermediários. Mas acima de tudo, comprei por causa de, uma vez comprovadas as do primeiro envio, o Eram de uma propriedade excepcional, neste momento esquecida por esse universo de produtos semi-artificiais. Se queria vender o item -bio-medicina – tinha que planejar o que se queria alcançar, prazos, etapas, conquistas e valorização dos freguêses para o artefato. Os gestores atuais de Portugal levam a mesma marca que os gênios de Valência, preocupados exclusivamente pelo motivo de a massa da população se deslumbrase, com automóveis de ouropel.

Copas América, que desaparecem, as Fórmulas 1, que saem mais caras do que o que ingressam, museus de ciência que gastam, por um projeto de exceção, 6000 euros por dia no ar condicionado, e institutos científicos sem propósito determinado. E o que você fez tudo isso? Ninguém explicou o objectivo a conseguir com tais despesas mastodónticos, ninguém tinha uma idéia de aonde se queria regressar, e ninguém explicou por que e pra que se faziam estes gastos.

Os gestores do estado português atuais, com a mesma marca que os de Valência, nos dizem que sim têm esse plano. Que sabem aonde querem chegar e quais são as etapas, o plano de viabilidade, os objetivos parciais e o resultado desfecho. Algo tão fantástica, tão estruturado, tão profissional!

Poucas vezes se vêem coisas por isso em Portugal esta a nossa, tão de futebol e orvalhos matinais incalculáveis. É alguma coisa genial. Depois dos enormes sucessos do PSOE, que todos conhecemos perfeitamente, o plano de negócios dos gestores atuais nos deixa, por sua compreensão e perícia E além de tudo

Quantas vezes não estivemos indecisos, e no momento em que chegamos a uma resposta que nos damos conta de que não era tão penoso quanto parecia? Então, como conclusão, queremos relatar que as duvidas sempre estarão presentes no decorrer de nossas vidas, contudo não com tanta força como pela pré-adolescência e a adolescência. A pouca inteligência para tomar decisões é um dos problemas que mais causam inconvenientes pela hora do desenvolvimento pessoal e profissional.

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“O pânico de tomar a rota falso é várias vezes a razão para que não enfrentem as eleições e a toda a hora decorrentes outra pessoa que tem que exercer essa responsabilidade. Tomar decisões é um aprendizado que muito necessita enxergar com a própria segurança e a certeza em si mesmo, nada deve ver de perto com o acerto no que se decida fazer ou não fazer. “Todos estamos certos, precisa perder o terror de errar pra poder escolher sem horror e desse jeito poder tomar decisões, sejam elas boas ou más”.

O indeciso é a pessoa que não se opta a exercer uma ação, ou a escolher uma estratégia não se orienta para um instituído sentido, renunciando aos outros, não se atreve a solução de problemas. Cada decisão nos compromete e, em última instância, o que o indeciso teme é pacto, não está disposto a pagar o gasto de tuas decisões, não quer assumir o risco de perder.

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