De Onde Vêm Os Ratos? 2

De Onde Vêm Os Ratos?

Depois de dez anos de experiência como criador de roedores amador, José Maria Vilaboy, detectou-se a existência de um nicho de mercado na venda de ratos e camundongos e pôs em marcha a empresa Xaraleira. Atualmente é a única corporação galega e uma das duas únicas em Portugal dedicada à fabricação de roedores para vender como alimento de aves de rapina e répteis, a centros de recuperação, cetreros e zoológicos.

A organização, instalada em As Pontes (A Coruña), conta atualmente com uma nave, cuja produção atinge os 500 quilos de rato e rato congelado por mês. A assinatura Xaraleira saem mais de 7.000 roedores cada mês, um valor que esperam ampliar com a exportação do objeto congelado a mercados da Europa, como Áustria, Bélgica e Holanda, ou os Emirados Árabes. Vilaboy, que confessa pertencer à geração de Félix Rodríguez de la Fuente, destaca-se o trabalho do biólogo no campo da falcoaria em Portugal.

Alguns, aponta o criador, até atingir os 30.000 euros. A sua relação com novas das corporações de abastecimento de falcões para os Emirados Árabes lhe abriram a porta pro Oriente Médio, onde começará a enviar os ratos e os ratos congelados a partir de abril. Os roedores são os animais que mais abundam em instalações de Xaraleira, embora bem como habita em gaiolas hamsters ou cobaias que vendem como animais de companhia em lojas especializadas. Vilaboy acredita que os animais são criados em condições ótimas, com uma cuidadosa atenção à sua alimentação e higiene, assim como os roedores que vende ao vivo ou congelado.

Vivem em grupos de 3 em pequenas gaiolas e seu preço no mercado varia em função do tamanho do animal. Os animais de companhia como as cobaias podem atingir quase os 20 euros, enquanto que os ratos e camundongos não excedem os 2 euros, entretanto o preço conclusão depende da quantidade que o cliente solicitar.

A maioria das vendas se faz a partir do contato direto com as empresas e potenciais compradores, porém a partir de seu web site conseguem ser pedidos e consultar a oferta e o valor dos animais. A incerteza não passou muito tempo no negócio de José Maria, que se viu grato a introduzir novidades e diversificar a tua actividade. Assim, decidiu enviar um ‘kit de experiência’ com três ratos em institutos de educação, para que possam observá-los e assimilar.

Uma vez que termina o período de análise, os centros retornam os animais pra Pontes. Desde o início do novo projeto, Vilaboy enviou estes ‘packs’ de roedores não apenas a centros de Galiza no entanto a Sevilha, Valência ou Mallorca, à espera de que a idéia se consolide como uma área de negócio. Mas as idéias do ávido empresário A Chaira não se ajustam a esse projeto, todavia que agora trabalha na incorporação de novos freguêses pro seu navio de As Pontes, insetos capazes de empreender a competição biológica. Vilaboy. Pra isso, pretende desenvolver insetos como besouros e vespas, que quer comercializar pra combater pragas e impedir os inseticidas.

  • Vespa: Wasp
  • Mr. Chaney (Stephen Root)
  • três (86.67%) três voto
  • vinte e dois Bernes da Montanha , Pastor Belgas Malines

É consciente de que não é um excelente momento para lançar o projeto, contudo acredita pela competição biológica como “uma aposta de futuro pra agricultura biológica”. A venda deste novo pesticida não apenas depende do aprendizado, o que neste momento foi submetido Vilaboy, que permita o desenvolvimento do artefato encerramento, porém a sensibilidade do consumidor na hora de comprar o inseto. O empresário calcula que os pesticidas se podes perder 10% da colheita, valor que no caso de utilizar insetos são capazes de atingir 30% já que não são tão eficazes.

Para começar-se no campo da briga biológica abriu uma seção em parceria com o colégio de Santiago. Com eles, prevê aumentar a constituição de outros animais como os grilos ou os bichos-da-farinha para alimentação de animais insetívoros. Dessa forma, Vilavoy pretende fortalecer esse interessante nicho de mercado, único na Galiza e muito restrito no Brasil. Imagem das instalações de Xaraleira.

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