Escudeiro, Carmen / Montaner, Teresa (2019) 2

Escudeiro, Carmen / Montaner, Teresa (2019)

Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893-Palma de Mallorca, vinte e cinco de dezembro de 1983) foi um pintor, escultor, gravador e ceramista espanhol, considerado um dos maiores representantes do surrealismo. Em tuas obras refletiu teu interesse, no subconsciente, o “infantil”, e a cultura e tradições da Catalunha.

Seu pai foi Miquel Olhou i Adzeries, filho de um ferreiro de Cornudela. Mudou-Se pra Barcelona, onde criou uma oficina de ourivesaria e relojoaria em uma passagem perto da Plaza Real de Barcelona. Lá conheceu Miquel Olhou para Dolors i Ferrà Oromí, filha de um marceneiro espanhol; casaram-se e estabeleceram a sua moradia no mesmo trecho de Crédito onde nasceram seus filhos Dolors e o futuro artista Joan Miró. Ao continuar livre do contrato com o teu marchand Pierre Loeb, Olhou decidiu retornar com a família para Barcelona, realizando estadias intermitentes em Maiorca e em Montroig. Estudou comércio, segundo o vontade de teu pai, para possuir uma preparação e alcançar ser “uma pessoa na existência”.

antes o vontade de Joan de matricular-se na faculdade de la Lonja para desenhar e, ao ter a expectativa de as aulas noturnas, seu pai aceitou o pedido como um passatempo do menino. Em recinto separado, é influenciado por dois professores, Modest Urgell e Josep Pascó. Com 17 anos, encerrou os seus estudos de comércio e entrou a trabalhar durante 2 anos como empregado numa farmácia, até que uma doença obrigou-o a afastar-se para uma residência da família na cidade de Montroig. 1959 Grande Prêmio da Fundação Guggenheim. 1962 Nomeado Chevalier da Legião de Honra pela França.

1966 Prêmio Carnegie de pintura. 1968 Nomeado doutor honoris causa pela Universidade de Harvard. 1978 obteve a Medalha de Ouro da Generalitat da Catalunha, sendo o primeiro catalão em ganhar tal distinção. 1979 Nomeado doutor honoris causa pela Universidade de Barcelona. 1980, obteve, das mãos do rei Juan Carlos I da Espanha, a Medalha de Ouro das Belas Artes. 1983 Nomeado doutor honoris circunstância pela Universidade de Murcia.

A primeira apresentação individual de Joan Miró foi realizada pela galeria Dalmau de Barcelona entre os dias dezesseis de fevereiro e 3 de março de 1918. Olhou apresentou sessenta e quatro obras, entre paisagens, naturezas-falecidas e retratos. Estas primeiras pinturas têm uma clara influência das tendências francesas, sobretudo do pós-impressionismo, do fauvismo e do cubismo.

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nas pinturas Ciurana, o público (1917) e Ciurana, a igreja (1917) se aproxima das tonalidades mais típicas de Van Gogh e as paisagens de Cézanne, reforçados com uma pincelada de cor escura. Um dos quadros que chama mais a atenção é o intitulado Nord-Sud, como a revista francesa que em seu primeiro número (1917), Pierre Escritos escrevia sobre o cubismo.

este quadro, Olhou mistura técnicas de Cézanne, com o exercício de rótulos dentro da pintura, como nas obras de cubista de Juan Gris ou Pablo Picasso. Os retratos (como por exemplo, o Retrato de V. Nubiola), mostra a fusão do cubismo com o agressivo cor fauve. Nesta mesma primavera expôs no Círculo Artístico de Sant Lluc, juntamente com os participantes da Agrupació Coubert.

Nada de simplificações nem sequer abstrações. Por neste momento o que me interessa mais é a caligrafia de uma árvore ou de um telhado, folha por folha, galho por galho, grama por grama, telha por telha. Isso não ou melhor que estas paisagens no fim acabem sendo cubistas ou furiosamente sintéticos. Em fim, vamos visualizar. O que eu proponho é trabalhar muito tempo nas telas e deixá-las o mais perfeitas possível, desta maneira é que no fim de temporada e, depois de ter trabalhado muito se apareço com poucas telas; não acontece nada.

Durante o inverno seguinte continuarão os senhores críticos falando que persisto em minha desorientação. Dessa maneira, observa-se nas paisagens pintadas durante este tempo, um arquétipo, por intermédio de um vocabulário novo de iconografias e de sinais meticulosamente selecionados e organizados, sendo o agente estructurador o desenho. Em Vinhas e oliveiras de Montroig se vêem as raízes desenhadas debaixo da terra completamente individualizadas pra obter a conexão física com a terra. No decorrer dos anos de 1921 e 1922, realizou-se A quinta, que é a obra culminante dessa época “detalhista”.

Terminada esta pintura em Paris, por indispensabilidade econômica, iniciou um percurso entre negociantes, pra poder vendê-la. Rosenberg, que se ocupava das pinturas de Picasso, concordou em tê-lo em depósito e ao cabo do tempo e com a aplicação de Miró, sugeriu-lhe seriamente o dividir a tela em pedaços menores pra sua menos difícil venda. Olhou pra ela, irritado, pegou a tela e levou-a para a sua oficina. Se fez cargo da pintura, em vista disso, Jacques Viot da galeria Pierre, que, após alguns tratos, se vendeu ao escritor Ernest Hemingway, por 5 1 mil francos. Atualmente se conserva na National Gallery de Washington.

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