Hawking, No Centro Da Polêmica 2

Hawking, No Centro Da Polêmica

O último livro de Stephen Hawking, “The grand design”, cujo avanço foi postado esses dias no The Times, parece ter reaberto as nunca de todo bem cicatrizadas feridas da velha luta entre Ciência e Religião. A pergunta fundamental permanece a mesma: É Deus imprescindível pra explicar o universo em que vivemos? As respostas, não obstante, segundo o ponto de visão a partir do qual são assediados, conseguem ser, e são, totalmente diferentes.

Para Hawking, simplesmente, Deus não tem ambiente algum para as atuais teorias científicas a respeito da fabricação do universo. Os avanços na Física, diz o cientista, são suficientes para esclarecer, por si mesmos, a origem e a meio ambiente de nosso universo sem a necessidade de recorrer a qualquer tipo de intervenção divina. Mas vamos lá. Você Está a mão de Deus por trás de cada fenômeno natural, controlando os fios à desejo em cada momento? Dizer que sim é equivalente a notabilizar que é Deus em pessoa quem decide se vai chover ou não, se haverá um furacão, ou se, tais como, um vulcão vai entrar ou não em erupção.

Felizmente, os tempos em que a mão divina estava procurando por trás de cada raio, nuvem, seca ou sismo são prontamente muito distanciado. A Ciência, passo a passo, foi falando como e por que se produzem os vários fenômenos naturais, sejam ou não benéficos pro homem, mostrando as leis que regem, em cada caso, pra produzir os efeitos que observamos.

Mas a Ciência, hoje, não se limita a isto. Muito ao contrário, os avanços do último século, a conduziram até a própria divisa do conhecimento e da compreensão humanas, desde o superior ao mais anão. A Física, por um lado, e a Cosmologia por outro chegaram tão longe que estão à beira de explicar como surgiu e se criou o universo em que vivemos. E ocorre que Deus, em que estas teorias, que não aparece em parte nenhuma.

  • você gostou de fazer parte dessa vasto franquia
  • sessenta e três “Symmetry” Tudo está conectado 30 de julho de 2006
  • Tão linda da vida… e com seus beijos mais
  • 2 a distância
  • 22′ Isso nos dá uma trégua
  • 2010: A mim fornece-me aproximado

Esse é precisamente o terreno em que se move Stephen Hawking, um dos físicos teóricos mais brilhantes de nosso tempo. Como se encaixa exatamente a figura de um Criador em um Universo que parece esclarecer-se a si mesmo, em virtude de uma série de leis imutáveis? No decorrer da História, e a apoio de conhecimentos ainda mais numerosos e precisos, a figura de um Deus que está por trás de todas as coisas foi cedendo terreno.

A Ciência, a posição de Hawking, foi “arrinconando” a Deus, encontrando uma definição concreta pra cada um dos fenômenos naturais que nos cercam, desde o nascimento de uma estrela para a formação de uma tempestade. Uma linha de raciocínio que mantém desde sempre e que é, pontualmente, o que os levou a concluir que não se deve a intervenção de Deus para explicar a existência e o futuro do universo que concemos. É primordial notabilizar que, contra o publicado estes dias por incontáveis meios de intercomunicação, que o físico britânico não teve nunca outra posição diferenciado a esta.

Quando Hawking escreveu, como ponto encerramento a sua “Breve história do tempo” que “se descobrirmos uma hipótese do tudo vamos compreender a mente de Deus” se referia a Ele como uma metáfora, e não de modo literal. Corria o ano de 1988 e por aquele por isso, a procura da suposição do todo estava em pleno andamento. As idéias de Stephen Hawking a este respeito, pois que, não mudaram em nada.

Concretamente, na mesma entrevista publicada no ABC há mais de 20 anos, o cientista de imediato dizia que a figura de um Criador não é necessário para esclarecer o mundo em que vivemos. Pra essa finalidade já bastam as leis da Física. Não é verdade, visto que, que Stephen Hawking tenha mudado de idéia com ligação à subsistência de Deus. Continua pensando e falando as mesmas coisas que dizia e pensava há algumas décadas. Sim que é direito, no entanto, que há agora 10 anos longos do que o físico britânico lançou seu último best-seller, do que, aliás, conseguiu vender mais de 6 milhões de cópias em o mundo todo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error:
Rolar para cima