Já O Previsto Pela Literatura 2

Já O Previsto Pela Literatura

Julio Verne alegou que “tudo o que um homem pode idealizar, outros poderão fazê-lo realidade”. É o que, pela linguagem popular, é conhecida como “a realidade sempre supera a ficção”. As serendipias literárias – que bem como ocorrem no terreno da ciência e da tecnologia – consistem numa correspondência, em um achado, o que foi atingido por intuição.

O escritor arma uma construção artificial, concebida, a convicção de verossimilhança e, anos depois, para a idiotismo de seus leitores, acaba se cumprindo. O caso de Verne é espetacular, e presumivelmente o mais famoso. Em seus romances, De da Terra à Lua (1865) e em volta da Lua (1869) relata a chegada do Homem ao nosso satélite natural. Outro dos escritores que, através da intuição ou acaso, se avançou no tempo é Morgan Robertson, que, em 1898, publicou o romance Futility.

trata-Se da história de Titã, o maior transatlântico jamais montado. Como acaba a história? Mas não é só combinar o nome e o trágico destino. Ambos os barcos deixaram de funcionar pela primeira viagem que realizavam, só tinham cinquenta passageiros de diferença, com um número muito igual de botes salva-vidas. O mais surreal: em tal grau o navio fictício como o real, partindo de Southampton e ambos afundaram no mesmo ponto.

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Por sua parcela, Jonathan Swift escreveu em As viagens de Gulliver (1726): “são vistos no céu duas estrelas pequenos ou satélites que giram por volta de Marte, têm o nome de temor”. Mais de um século depois, o astrônomo Asap Hall descobriu as duas luas de Marte e as batizou como Phobos – que significa “espanto” – e Deimos – traduzível por “terror”-.

Edgar Allan Poe, em 1838, ele escreveu As aventuras de Arthur Gordon Pym. O poeta nos conta um naufrágio de um barco no oceano Atlântico, perto das Ilhas Malvinas, em que só sobrevivem quatro pessoas. Sem bebida nem ao menos comida, tomam a dramática decisão de matar um dos tripulantes para poder ingerir.

O lançam a sorte e cabe a Richard Parker, o cozinheiro da malograda embarcação. Alguns anos mais tarde, em 1884, a história se repete, já prontamente não nas páginas de um livro. Quatro tripulantes, à deriva, tomam a mesma decisão. O acaso é servido, novamente, com um homem chamado Richard Parker.

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