Narração Em Português 2

Narração Em Português

Ó Maria, idealizada sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vos. O dia de vinte e nove de maio de 2002, horas antes de pôr o ponto fim a este livro, fui até a gruta de Lourdes, em França, pra preencher algumas garrafas de água milagrosa na referência que existe lá.

Já dentro do lugar da catedral, um senhor de em torno de setenta anos me alegou: “você”, eu respondi que era eu. Me abraçou, me apresentou tua esposa e tua neta. Falou-Me da importancia de meus livros em sua existência, e concluiu: “Me realizam sonhar.” Já tinha ouvido esta frase várias vezes antes, e sempre me feliz.

naquele instante, todavia, isto me assustou muito, em razão de sabia que Onze minutos falava de um tema leve, forte, sensível. Eu andei até a fonte, enchi as garrafas, voltei, perguntei-lhe onde morava (no norte da França, perto da Bélgica) e anoté teu nome. Este livro é dedicado a você, Maurice Gravelines. Eu tenho uma obrigação pra contigo, com sua mulher, com tua neta, e para mim: expressar de tudo aquilo que me preocupa, e não o que todos gostariam de ouvir.

Alguns livros nos exercem sonhar, outros nos aproximam da realidade, no entanto nenhum pode bater em retirada daquilo que é mais interessante pra um autor: a honestidade com o que escreve. ” e Simão respondeu: “Suponho que aquele a quem condonó mais.” Disse: “respondeste Bem. E apontando para a mulher, disse a Simão? Vês tu esta mulher? Entrei em sua moradia e não me desse água para os pés; ela, mas, os tem regado com suas lágrimas e os enjugado com os seus cabelos.

Não me deste o ósculo; mas ela, desde que entrei, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, no entanto ela ungiu-me os pés com ungüento. Assim te digo: são-lhe perdoados os seus vários pecados, pelo motivo de muito amou. Era uma vez uma prostituta chamada Maria.

Um estágio. “Era uma vez” é a excelente forma de iniciar uma história pra criancinhas, no tempo em que que a “prostituta” é uma expressão própria do universo dos adultos. Como posso publicar um livro com esta aparente contradição inicial? Era uma vez uma prostituta chamada Maria. Enquanto o príncipe encantado não apareceu, o que lhe restava era pensar.

Se apaixonou na primeira vez aos onze anos de idade, quando ia a pé de sua casa até a faculdade primária ambiente. O primeiro dia de aula, descobriu que não estava sozinho em seu caminho: junto a ela caminhava de um pirralho que morava no bairro e que freqüentava aulas no mesmo horário. Uma manhã, o pirralho chegou-se a ela, pra requisitar um lápis emprestado. Maria não respondeu, mostrou um direito ar de irritação por aquele abordagem imprevisto, e apressou o passo. Assim, seus pais não iriam sofrer com a sua morte, que os pobres mantêm a toda a hora a expectativa independentemente das tragédias que a todo o momento acontecem.

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em seguida, perguntou se os homens usavam um tubo para evitar que o sangue lhes corresse por calças, entretanto aprendi que isso só acontecia com as mulheres. Maria, queixou-se a Deus, mas acabou acostumbrándose a menstruação. Porém, não conseguia se acostumar com a carência do moço e não deixava de recriminarse na atitude estúpida de dar no pé daquilo que mais desejava. Um dia, antes de começar as aulas, foi até a única igreja de sua cidade e jurou, diante da imagem de santo Antônio que tomaria a iniciativa de mostrar com ele.

No dia seguinte, arrumei da melhor maneira possível, colocando um vestido que tua mãe tinha feito essencialmente pra ocasião, e ele saiu, agradecendo a Deus que, por fim, as férias tivessem terminado. Mas o menino não apareceu. E então passou outra angustiante semana, até que soube, por alguns amigos, que se havia mudado de cidade. “Você foi longe”, alegou alguém. Nesse instante, Maria aprendeu que certas coisas se perdem eternamente.

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