O Fracasso De Um País: Quatro Anos De Crise E 5,2 Milhões De Vidas Quebradas 2

O Fracasso De Um País: Quatro Anos De Crise E 5,2 Milhões De Vidas Quebradas

Estas linhas poderá assinar cada um. O mundo inteiro sabe que o drama do desemprego de perto. Os próprios desempregados são as maiores vítimas de um país que tem lutado para defender um dos princípios orientadores que recolhe a sua Constituição, a promoção do pleno emprego. Em concreto, 5.273.600 pessoas sem trabalho são algo mais do que “uma estatística”. E podem ser mais no futuro, porque é iminente uma nova recessão.

Quatro anos depois da eclosão da instabilidade, a taxa de desemprego pela zona Euro é de 10,3% da população ativa, em frente ao 22,85% de Portugal. Mas, desde aquele longínquo verão de há quatro anos, no momento em que tinha cerca de 1,7 milhões de desempregados, a economia afundou em uma espiral que no final de 2011 culminou em 5,dois milhões de desempregados. Cabe afirmar que o INE contabiliza como parado aquele que busca porém não encontra trabalho.

Aqueles que deixaram de procurá-lo saem da população activa, que é a soma de desempregados e ocupados. Muitos desempregados estão cansado de jogar tempo fora e saíram do país ou se puseram a preparar-se algumas coisas, saindo, por isso, nesta procura. Mas o pior não ocorreu.

A primeira recessão começou no quarto trimestre de 2008, com 3,dois milhões de desempregados e não acabou até o segundo trimestre de 2010, com 4,6 milhões. Ou seja, 1,quatro milhões de desempregados a mais em um ano e meio. Agora, a economia está indo para uma segunda recessão que podes durar 2 anos, 2012 e 2013, segundo o Fundo Monetário Internacional (fmi).

O Banco de Portugal também é pessimista e estima uma taxa de desemprego de 23,4% este ano. Ou seja, poderia rondarse a histórica figura de 6 milhões de desempregados, mais do dobro do que Alemanha. Nestes anos de frustrações não voltarão. E a paciência se esgota ao ver de perto que ainda não há saída. No início de 2009, havia 926.300 pessoas que levavam um ano ou mais, em ocorrência de desemprego. Agora são 2.638.000, e isto que o INE não contabiliza os que se renderam, já que a população activa só entram os que têm ou buscam um emprego.

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Na Espanha, há 4,um milhões de lares com no mínimo um pé em moradia. E 1,5 milhões de dólares, com todos os seus participantes desempregados. Ademais, o mais complicado é que há 578.400 famílias em que nenhum membro tem receita, nem ao menos por serviço nem por pensões ou subsídios de desemprego. Ou seja, para vários, o colchão de economias de começo da recessão se esgota.

Muitos licenciados e engenheiros, que acababou a corrida em 2008, não encontraram trabalhos relacionados com o que é teu. Se tinham entre vinte e três e vinte e quatro anos, significa que chegarão aos trinta somente saídos da segunda recessão. Sua geração não corresponde com mais ou menos leitura de currículos preenchidos com sorte “empregos lixo’. Na Espanha, há por volta de 1,seis milhões de adolescentes entre 16 e 29 anos que buscam serviço. Deles, 338.502 têm educação superior, o título de ensino Médio. A taxa de desemprego entre 16 e dezenove anos é de 69,3%, do 44,4% entre vinte e vinte e quatro anos. Ou melhor, o dobro do que antes da crise no perfil de jovens que não fez estudos superiores.

Por tua vez, a taxa de desemprego é de 28,01% entre vinte e cinco e vinte e nove anos; e do 23,10% entre trinta e 34 anos. Antes da instabilidade, a construção e os serviços, principalmente o turismo – eram os motores do emprego. Deixar os estudos para obter bons salários trabalhando nisso era bastante popular.

Quatro anos depois, isso foi um erro. Há quatro anos, no terceiro trimestre de 2007, havia 111.100 maiores de cinquenta anos que passaram mais de um ano para o desemprego, o 28,2% dos 393.000 desempregados nessa ocorrência. Agora são mais de meio milhão, 536.800 maiores. A escolha ao serviço por conta de outrem, de empreender um negócio, não é fácil, diante da asfixia financeira da economia. Os Estados fazem com seus leilões de títulos da dívida pública, as injeções extraordinárias de dinheiro do Banco Central Europeu (BCE) no sistema financeiro por ser mais rentável para os bancos que prestar às famílias e corporações.

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