O Que Há por Trás Dos Ataques De ISIS Ao Patrimônio Cultural 2

O Que Há por Trás Dos Ataques De ISIS Ao Patrimônio Cultural

Sectarismo simbólico, iconoclastia monoteísta e mais motivações religiosas. Mas bem como ocultam o saque, aumentar as tensões políticas para começar novos conflitos, permitir avanços militares estratégicos ou começar uma limpeza cultural. As motivações de Estado Islâmico (ISIS) pela hora de destruir o património cultural são inúmeras e todas ajudam a sua propaganda. Mesmo quando são reutilizados os locais religiosos ou derruyen para enviar o equipamento para algumas construções.

Tudo tem um propósito, nada é banal. O acrescentamento dos ataques a estes sítios históricos é parcela de um plano bem construído para “gerar apoios e aumentar potencialmente o recrutamento para ISIS”, conforme aponta um estudo publicado pela revista Antiquity . “A destruição precisa ser interpretado em um tema dupla: por que ocorrem os ataques, e como são utilizados pela estratégia midiática de ISIS”, observam os especialistas. Algumas dessas ações são selecionadas e devidamente programadas “para coincidir com festivais religiosos islâmicos ou grandes reveses militares”. “Assume-Se que são vídeos dirigidos principalmente ao público ocidental, ainda que em tão alto grau a narração como as legendas são em árabe”, indicam.

Só uma pequena fração das ações do Estado Islâmico se promovem pela mídia. E até mesmo novas delas nem sequer são reivindicadas pelo grupo terrorista. “O grande número de eventos não publicados sugere que a audiência inicial prevista é recinto ou interna, e a tua principal razão relaciona-se com a humilhação que ISIS quer fazer com comunidades”, indicam.

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“Se enfatizam as circunstâncias que geram melhores respostas no mundo árabe e superior interesse no Ocidente, como os ataques a Palmira. Mas, ao mesmo tempo, minimizam ataques aos cemitérios, que conseguem ser caros, em termos de apoio”, consideram os investigadores após indagar 4.600 tweets diários (1,5 milhões no total).

Os ataques ao patrimônio, dizem os autores, têm a mesma perspectiva de gerar apoio que oposição. “Estes atos desempenham um papel fundamental no acrescentamento das divisões sectárias, e isso tem efeito sobre o recrutamento de novos integrantes do grupo”, adicionam. O segundo momento-chave foi a dez de agosto de 2015, no momento em que se difundiram as imagens da destruição de no mínimo 6 santuários em Fallujah.

“Há novas evidências que indicam que nosso questão (ocidental) nos sítios históricos podem incentivar uma superior destruição”, sinalizam Cunliffe e Curini. “Os comandantes de ISIS comentam que atacar os monumentos antigos ‘faz com que todo o mundo’ responda sobre isto eles”, observam. Os pesquisadores entendem que, se outros grupos terroristas, adotam as estratégias de ISIS, os defeitos que já se sinalizam “só são capazes de tornar-se mais urgentes”.

Os ataques discutidos nas redes sociais dividem-se em 6 tipos: sítios arqueológicos/históricos, mesquitas, cemitérios, santuários, igrejas e mosteiros e outros. Os ataques às igrejas, algumas vezes são classificados como derrubar símbolos de shirk, o pecado de fazer a idolatria, ou politeísmo, e são mais difíceis de distinguir como atentados de ISIS, o que limita a conversa nas mídias sociais. “Isto sugere que os únicos eventos que afetam sistematicamente a emoção ISIS se relacionam com os cemitérios”, concluem. Em contrapartida, a destruição em Palmira não pareceu suprimir significativamente o apoio ao Estado Islâmico dentro do universo árabe, entretanto fez com que aumentasse drasticamente a cobertura destas ações por todo o planeta. “Pode-SE levar em conta que esse golpe teve bastante sucesso propagandístico”, indicam.

Desde a Idade Média eram usados para a limpeza das chamadas de “água de higiene pessoal”, em francês “eau de toilette”, de que derivam, sem ter nenhuma conexão, as modernas Eau de Toilette em perfumaria. Estes cosméticos deixam um cheiro agradável pela pele, daí a sua evolução, as fragrâncias, limpam suavemente, sem conter sais minerais, nem sequer bactérias, e, claro, não cortam as defesas da pele. Assim, a Água de Camomila, Água de Aveia ou Água de Raiz de Angélica, cumprem maravilhosamente com esta esta função, ainda que a rainha é a Água de Rosas.

Conta a lenda, que foi descoberta por uma princesa persa de amplo boniteza, e o nome inspirador, “Luz do universo”, a qual, apaixonada loucamente de um cativo cristão, fugiu com ele pro Ocidente, trazendo-nos o segredo da fórmula. Na atualidade os laboratório artesanais continuamos fabricando a Água de Rosas de acordo com a tradição, com extrato de rosas e talco, que se deixa inserir, pra que a água adquira as propriedades da Rosa Centifolia.

Os hábitos de higiene da pele são um feito cotidiano e reconfortante que nos permite proporcionar alguns minutos a nós mesmos. Trata-Se de tomar conta sem deixar a pele pela tentativa. Assegura que não ganha nada com essa observação, e somente procura avisar os freguêses. Saúde pede a OCU o estudo a respeito fotoprotectores, depois que Isdin e Babaria neguem os dados do relatório. 15 no caso de Isdin e 30 de Babaria.

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