Os últimos Dias De Miguel De Cervantes 2

Os últimos Dias De Miguel De Cervantes

Em uma casa da rodovia de Francos, há muito tempo atrás, vivia um escritor de papel na frente, a caneta pela orelha, cotovelo pela firma e a mão pela bochecha. Saiu a idade de nosso escritor em 60 anos. Faltava o uso da mão esquerda pra sequência de um arcabuzazo recebido na mais inesquecível e alta ocasião que viram os séculos passados. É, visto que, de saber que esse sobredicho escritor, de nome Miguel de Cervantes, está sendo procurado quase 400 anos depois de sua morte, para que seus restos mortais sejam honrados como merecem.

A rua de Francos em que teve de Cervantes tua última residência leva hoje o nome do autor do ‘dom Quixote’. Quem, como é o Cervantes esse momento encerramento de tua vida, pela primavera de 1616? A imagem sinaliza para a velhice e a pobreza de um Cervantes que, porém, morre trabalhando. Nascido em 1547, lhe faltam alguns meses pra cumprir os sessenta e nove anos, uma idade provecta para estes primeiros anos do século XVII e o fim do reinado de Filipe III.

Não está claro de que vive Cervantes por esse instante. Rico; “de arreglillos financeiros, transações nem sempre muito claras”, cada trabalho de intermediação com as empresas. Sua filha, Isabel, com quem teve relações difíceis, extensíveis ao resto das mulheres da família, as famosas cervantas. Esse é um estilo de sua vida familiar tão comentado como insuficiente claro.

  • 1 Invasões germânicas, árabes
  • Interpretado por: Tina Lifford
  • 2009 – Alvin and the Chipmunks: The Squeakquel: Original Motion Picture Soundtrack
  • dois Segregação racial
  • 1984: E nós Fomos em Dois

Em poucas expressões; a sombra de uma prostituição de que Cervantes teria tirado proveito paira sobre elas. Nos primeiros meses de 1616 Cervantes não está em seu melhor instante, não apenas porque se encaminha para a morte. Velho e carente, Cervantes continua entregue à literatura, empolgado por acabar “Os trabalhos de Persiles e Sigismunda’.

Velho, desprovido, anacrônico, Cervantes “continua a ser um enorme escritor e uma cabeça super”. Seu vasto projeto nesse instante, como fica dito, é encerrar o Persiles, uma obra com a qual, diz o Professor Rico, “se meas de riso”. E neste local há unanimidade sobre a credibilidade extraordinária do prólogo e a dedicação que escreve nesses dias finais de tua existência. Opiniões que não está sozinho.

Alfredo Alvar, autor da biografia ‘Cervantes. Gênio e independência’, não é menos enfático. Como diz Alfredo Alvar, Cervantes, em seus dias finais, se recorda e se reivindica como escritor. Qual foi e é nesse instante do seu reconhecimento? Semelhante ao da clássica garrafa meio cheia, que também pode ser visibilidade como meio vago.

Cervantes era popular, a gente o sabia da existência. Mas ele era presumido e vaidoso, lembra o Professor Rico. Nem mesmo o sucesso que teve o Quixote é o que ele objetivava, diz Luis García Jambrina, autor da recente ‘A sombra do outro’, em que o romance da vida de nosso autor. E Andrés Trapiello, assim como estudioso e biógrafo de Cervantes, sustenta que tinha “muita fama e pouco crédito literário; a comunidade literária hispano-lhe conhecia de sobra e lhe aceitava como tantos outros”. Alvar. E sim, ele, Cervantes, tinha teu orgulho e moças com Lope deram muito de si.

Quando Cervantes reivindica a tua própria obra, não esquece de lançar alguma pulla ao vencedor Lope. Nem a pobreza, nem sequer o reconhecimento insuficiente da tua obra, ou os problemas familiares, que lança teu ânimo. Lope de Vega, o felicísimo engenho, tinha -tenha em mente Andrés Trapiello – uma moradia esplêndida, com jardim, muito perto de onde está morrendo, um Cervantes “carente como um rato”, que vive de aluguel. A pobreza manifesta-se nas pouquíssimas missas, 10, Cervantes, deixa encarregadas em teu testamento. E ao seu enterro, diz Garcia Jambrina, vai muito pouca gente, familiares directos e um vizinho.

Cervantes morre a 22 de abril, não o 23, em que pese a tradição de imediato inabalável. Estão com ele, sua mulher, sua sobrinha e uma irmã; tua filha Isabel, que lhe havia repudiado, vive por tua conta. Seu fechamento é o costume franciscano da Ordem Terceira ordem secular em que tinha entrado havia pouco, certamente com a finalidade pontualmente de garantir um enterro, uma das tarefas da ordem. Fez um testamento que não se encontrou, e essa perda, diz Alvar, é a extenso tragédia dos cervantistas.

Cervantes morre e a sua linhagem se extingue. Isabel teve uma guria que morreu logo. O respectivo escritor apresenta a entender que teve um filho em Nápoles, mas nem isto é correto nem sequer se sabe nada sobre isto ele. Por todo caso, nem ao menos a pobreza, nem sequer o reconhecimento a seus olhos insuficiente de tua obra, ou os problemas familiares, obscurecem o espírito do velho Cervantes. Trapiello; “não há nada de tristeza nele. Há qualquer coisa na sua literatura, que é uma alma pura; por mal que a tivesse tratado lhe a existência. Jamais levantou um errôneo testemunho contra ela, por deste jeito contar com a frase de Nietzsche”.

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